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Sugestão de Texto para Reflexão em Reunião de Pais

_ Apenas brincando _

Quando eu estiver a construir um edifício de blocos,
Por favor não digas que eu "estou apenas brincando".
Já que, entende, eu estou a aprender enquanto brinco.
Sobre equilíbrio e forma.


Quando eu estiver bem vestido, a por a mesa, a cuidar do bebé,
Não tenhas a idéia de que eu "estou apenas brincando".
Já que, entende, eu estou a aprender enquanto brinco.
Algum dia eu posso ser uma mãe ou um pai.

Quando me veres pintado até aos cotovelos,
A construir uma moldura, ou a moldar e a dar forma à argila,
Por favor não me deixes ouvi-te dizer que eu "estou apenas brincando".
Já que, entende, eu estou a aprender enquanto brinco.
Eu estou a expressar-me e a ser criativo.
Algum dia eu posso ser um artista ou um inventor.

Quando me veres sentado numa cadeira a "ler" para uma audiência imaginária,
Por favor não rias e não penses que eu "estou apenas brincando".
Já que, entende, eu estou a aprender enquanto brinco.
Algum dia eu posso ser um professor.

Quando me veres a apanhar insectos ou a guardar as coisas que encontro no bolso,
Não os jogues fora como se eu "estivesse apenas brincando".
Já que, entende, eu estou a aprender enquanto brinco.
Algum dia eu posso ser um cientista.


Quando me veres a fazer um puzzle,
Por favor, não penses que estou a desperdiçar tempo "brincando".
Já que, entende, eu estou a aprender enquanto brinco.
Estou a aprender a concentrar-me e a resolver problemas.
Algum dia eu posso ser um empresário ou um engenheiro.

Quando me veres cozinhar ou provar comidas,
Por favor não penses que estou a aproveitar, que é "só para brincar".
Já que, entende, eu estou a aprender enquanto brinco.
Eu estou a aprender sobre os sentidos e as diferenças.
Algum dia eu posso ser um "chef" cozinheiro.


Quando me veres a aprender a saltar, pular, correr e mover meu corpo,
Por favor não digas que eu "estou apenas brincando".
Já que, entende, eu estou a aprender enquanto brinco.
Eu estou a aprender a conhecer melhor o meu corpo.
Algum dia eu posso ser um médico, uma enfermeira ou um atleta.

Quando me perguntares o que fiz na escola hoje,
E eu responder: "Eu brinquei".
Por favor não me entendas mal.
Já que, entende, eu estou a aprender enquanto brinco.
Eu estou a aprender a apreciar e ser bem sucedido no trabalho.
Eu estou a preparar-me para o amanhã.
Hoje, eu sou uma criança e meu trabalho é brincar.

Anita Wadley.

Livrinho para os pais!
















































Já fiz a minha primeira reunião de pais deste ano lectivo...Correu muito bem!


venho partilhar convosco o que os filhotes fizeram para oferecer aos pais na reunião. Uns livrinhos muito catitas (com o meu apoio).


Os pais adoraram a surpresa! ...depois convidei-os a fazerem um desenho para os filhotes verem no dia seguinte quando chegassem à escolinha.....o tema dos desenho era a comida preferida dos filhos, uma vez que iniciámos o projecto da alimentação!


Os pais no príncípio tiveram receio de desenhar, mas saíram desenhos giros!!


E os filhotes adoraram chegar à escola e ver os desenhos!




Reuniões de Pais


A interacção entre Jardim de Infância e Família leva à acção educativa individualizada


No Jardim de infância o processo de ensino e aprendizagem não pode ser encarado como um processo abstracto que se aplica indiferentemente a todas as crianças. A interacção entre os vários grupos sociais e sobretudo a família, leva o profissional de educação à análise e reflexão da sua própria prática.

A colaboração tem que ser procurada, primeiro, pelo profissional. Como elemento de um sistema complexo o educador tem que tomar consciência dos vários papeis que tem que desempenhar e que se interpenetram, influenciando-se mutuamente.

A interacção entre os vários grupos sociais é influenciada por relações que exigem do educador estar dentro e fora das instituição escolar. Este estar fora, utilizando várias estratégias, é a facilitação que levará à integração da família no sistema educativo.

É verdade que a família é o núcleo central da aprendizagem sócio-afectiva . A família tem que permanecer disponível para dar à criança a possibilidade de regressar em qualquer momento ao seu seio e obter as seguranças de que necessita ao longo do seu crescimento. Esta razão mais não do que o reforço da ideia de que actualmente é inevitável o processo que converte a família em membro da organização escolar.

A “comunicação livre” entre o Jardim de Infância e a família não exclui a planificação. Sistematizar e planificar os contactos com a família é defender que o “saber” do existe e que o equipamento do educando não se torna um “mundo fechado” dentro de uma comunidade, mas que se recria um espaço social que integre para além de outros grupos, sobretudo a família, permitindo e compreendendo o desempenho de diferentes papeis contribuindo para o desenvolvimento social.

O acto de comunicação é algo implícito ao ser humano mas é um acto sobre o qual se tem que reflectir e aprofundar enquanto técnica. Em qualquer “modelo” pedagógico os contactos com os pais devidamente planificados e formalizados são um complemento indispensável à acção educativa e ao sucesso do processo de ensino e aprendizagem. Quando o educador está devidamente documentado e preparado de forma a fazer um eficaz planeamento dos contactos com os pais é a criança que fica a ganhar.

Perguntas-chave a que devo tentar responder andes de planificar interacções com os pais


- Sabemos e queremos estabelecer realmente a comunicação?

- Quando estabeleço a comunicação há coerência entre os meus objectivos e as minhas motivações?

- Sou coerente com aquilo que penso ir dizer?

- Qual a importância da informação a emitir?

- Será que a minha mensagem não é ambígua?

- Qual o impacto afectivo da minha mensagem?

- Reconheço e aceito o meio sociocultural dos pais com quem estabeleço contacto?

- O conteúdo e o estilo serão os mais apropriados?

- O modo de me exprimir e a minha dicção facilitarão a escuta?

- Os pais estão em condições de me ouvir e descodificar a mensagem?

- É o melhor momento para eu estabelecer o contacto?

- Momento e conteúdos estão em consonância?


Algumas atitudes a ter em conta nos contactos com os pais


Sinceridade – a reunião pertence sobretudo aos pais, mas também ao educador. Diga o que pensa, as ideias do educador são importantes mas têm o mesmo valor que as ideias dos pais, isto é, à partida e, para que o diálogo resulte, todas as ideias são importantes.

Ouvir cuidadosamente – procure compreender os pais, mesmo que discorde do que estão a dizer, procure compreender quais os motivos que os levam a fazer determinada afirmação.

Não interrompa – embora seja o técnico não monopolize a reunião, os pais têm sempre coisas interessantes a dizer.

Não deixe monopolizar – existem pais com tendência a monopolizar as reuniões, encontre estratégias para que isso não aconteça. Implique todo o grupo, encaminhe a discussão para coisas que têm realmente interesse, se a discussão esmorecer “provoque” de modo a despertar o interesse.

Não fuja da discussão – não fique calado, apático ou indiferente, se não entender alguma coisa pergunte. Formule as suas ideias e esteja aberto às dúvidas dos outros.

Se discordar de alguma coisa diga – faça-o com naturalidade, sem ênfase, com bom humor.

Não adie observações – fale logo que sentir a necessidade de esclarecer algum ponto.

Generalize os casos – elabore o seu discursos de modo a não particularizar factos que se tenham passado com as crianças, não nomeie nenhuma em particular.

Favoreça a participação – chame, de modo surreptício, ao diálogo os pais que por razões várias menos participam.

Não escolha para si um lugar de destaque – evite falar de pé de preferência misture-se com os pais.

Estruture o espaço de modo a facilitar o diálogo – o modo como dispõe o espaço pode favorecer ou coarctar o diálogo.

Tenha em atenção o código linguístico – tenha em atenção o nível sócio-cultural dos pais. Não se demita do seu papel de técnico mas também não se esqueça de “desmontar” certos termos ou conceitos.
Documentos feitos por mim para reuniões de pais
BOAS REUNIÕES DE INICIO DE ANO!!!

Reuniões de Pais - Parte 1


Chegamos ao fim de mais um ano lectivo...é um ciclo que termina. Em muitas Creches e Jardins-de-Infância é chegada a altura de fazer as reuniões de pais/encarregados de educação. MAS...

Como devem ser elaboradas as Reuniões de Pais? Em que consistirão?

Estas reuniões têm como tema central A CRIANÇA e o seu DESENVOLVIMENTO!
Por experiência própria, tenho vindo a reparar que para muitos pais, o que interessa é o bem estar dos filhos, no que diz respeito aos cuidados básicos. A APRENDIZAGEM, as ACTIVIDADES e Tudo o Resto fica para segundo plano.

Pois bem, nas reuniões que faço em primeiro lugar tento passar esta informação: "A CRECHE / J.I. NÃO È UM BENGALEIRO DE CRIANÇAS!"...Aqui elas crescem aprendendo valores básicos para a sua vida enquanto pessoas...constroem-se laços...e adquirem-se as bases para uma melhor integração no 1º ciclo.
Também há o grupo de pais que apenas começa a frequentar as reuniões quando os filhos vão para o 1º ciclo...porque "agora já é importante! Vou buscar as notas do meu fiho!"
Pois, no j.i. também há "notas".....fazem-se grelhas de avaliação, observa-se e regista-se a evolução das crianças, etc...etc....
É urgente
EDUCAR OS PAIS PARA A IMPORTANCIA DO PRÉ-ESCOLAR
na vida dos seus filhos!
Para além desta ideia, gostava de ter da vossa parte um feed-back sobre como estruturam as vossas reuniões! Deixem comentários...posteriormente colocarei um post com todas as ideias e sugestões partilhadas!

BOM TRABALHO E BOAS REUNIÕES!!!!