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Recomendo

Hoje tivemos visita ao Insectário...aconteceu no seguimento do nosso mini-projecto sobre os insectos. As crianças estavam bastante motivadas e deliraram.

Adoro quando as crianças estão ansiosas por aprender, parecem esponjas...absorvem tudo!!!

Foram horas bem passadas e o resto da quinta é linda e bem tratada...Recomendo às escolas, mas também como passeio em família.

Dica...

Um site interessante para as crianças aprenderem o ABC.

http://www.bebele.com.br/

Escolher Creche ou JI

A propósito de escolhas de creche ou Jardim de Infância, enquanto o debatia com uma outra recém-mãmã, encontrei este artigo da DECO que criou um PDF para ajudar aos papás a escolherem, baseando-se em factos realmente importantes:

AQUI
Neste artigo poderão informar-se sobre que aspectos deverão inclinar-se quando forem escolher...

Espero ter ajudado a quem precisava destas informações!!

O Nuno escapa à Gripe A - História

O clube de leituras online tem um livro bastante interessante sobre esta temática, que ultimamente faz parte das nossas vidas e que todos nós enquanto educadores devemos fazer chegar às crianças. Ensinando-as e transmitindo atitudes de prevenção.


Podem ler o livro virtual AQUI!
Também dá para ouvir a história contada.

Gripe Musical...A Mónica ensina!




Aqui ficam alguns videos bem animados para mostrar-mos aos nossos meninos...Informação não falta e se for animada, chama mais a atenção das crianças.
BJ

Brochuras do ME

Deixo-vos os links para as brochuras que o Ministério da Educação editou para o Pré-Escolar.

--» Ciências
--» Sentido de Número
--» Geometria
--» Descoberta da Escrita
--» Conhecimento da Lingua

Na minha opinião, vale a pena comprá-las pois têm um preço bastante acessível (cerca de 7 euros cada, na FNAC) e são um bom instrumento de trabalho.

Proteger os jovens da pedofilia...

Este é um documento brasileiro dirido aos pais e educadores, sobre a Internet e os perigos que pode trazer às crianças enquanto "navegam por mares desconhecidos"!
Para ler ...

Navegar Com Seguranca[1]


Desde já agradeço a PARTILHA da mãe Acilda
que contribuiu com um tema bastante pertinente.
BJ da Bé

a PARTILHA da Dreamlu...no GRUPO EDUCAR PARTILHANDO!

Como desenvolver a Motricidade Fina das Nossas Criança:





OBRIGADA DREAMLU!
MENINAS PASSEM NO GRUPO EDUCAR PARTILHANDO...INSCREVAM_SE E PARTILHEM!

Projecto "Correio da Amizade"

Já ha algum tempo que eu gostava de fazer este tipo de intercâmbio com meninos de outra instituição. Quando perguntei ao meu grupo se gostavam de escrever a outros meninos das suas idades...para conhecerem mais meninos e outra escola....a resposta foi um SIM bem caloroso.

Mãos à obra...criámos uma caixinha do correio que "irá e virá" com as nossas correspodências mensais... optei pela caixa pois permite enviar as cartas e também alguns trabalhos em 3D.

Comecámos por enviar um livrito com as fotos e desenhos das crianças, apresentando o grupo...
Depois a carta fala do que andamos a fazer na escola agora...e como estamos na temática do Outono as crianças disseram que os outros meninos tinham de ter a história do Ouriço Carrapiço...enviámos também a história com desenhos deles e u espantalho que andamos a fazer!
Agora estamos à espera da resposta dos nossos novos amigos...estamos ansiosos para os "conhecer"...
No final do ano pretendemos convidá-los a visitarem a nossa sala, passando cá uma manhã...e irmos, também nós à salinha deles!
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A isto chama-se PARTILHAR para CRESCER!!!!
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Obrigada à minha instituição por ajudar nesta actividade...
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CEI



Achei bastante interessante os artigos relacionados com a literatura na Infância, assim como o desenvolvimento da capacidade grafomotora...Fica a partilha para leitura e reflexão!

Direitos das Crianças

Dia Das CriançAs
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É Gratificante

Sou Educadora
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Recebi à dias este mail da minha colega Luz e achei lindo!
Fica aqui a PARTILHA...apesar de ser em Espanhol percebe-se muito bem...

De Volta ao Jardim-de-Infância...a adaptação!

Mês de julho... que delícia... férias escolares! Mas elas acabam e as famílias têm de “entrar nos eixos” novamente. Horário para dormir, alimentação, brincadeiras, fazer o que der vontade...
A volta às aulas vem muitas vezes acompanhada de muito “chororô”. E qual a melhor maneira de lidar com esse período de transição? Veja aqui algumas ações básicas para ajudar os pais na reorganização da rotina familiar e escolar.

Em casa, os pais devem...

1) acordar as crianças mais cedo, para que possam se adequar novamente à rotina escolar. Quando necessário, ser um pouco mais rígido, sim. O importante é readaptá-los às atividades diárias, pois a criança precisa ter certeza de que suas férias acabaram.

2) conversar bastante com a criança, procurando mostrar o quanto é bacana voltar às aulas. Falar, por exemplo, sobre as novidades que estão sendo produzidas na escola, o reencontro com os colegas e todos os pontos que a criança mais gosta.

3) verificar se o material escolar está em ordem e ver se há algum tipo de tarefa para o retorno.

4) de segunda à sexta, preferir comidas mais saudáveis. Já nos finais de semana, deixá-los mais à vontade em suas escolhas. “A alimentação deve acompanhar a rotina da criança”, diz Gabriele Berton Cunha Bueno, especialista em nutrição clínica infantil.

5) permitir que as crianças menores (até 8 anos) tirem uma soneca depois do período escolar. Porque as atividades propostas em sala de aula são realmente cansativas, e é mais do que natural que o relógio biológico deles ainda não esteja regularizado.

6) “valorizar o convívio familiar! Estar por perto, dar atenção aos filhos e mostrar que se importam com eles”, diz Carmen Alcântara, psicóloga clínica.

Na escola, os professores devem...

1) criar atividades agradáveis e prazerosas - algo que possa ter continuidade em casa, junto dos pais.

2) pré-estabelecer atividades para o dia seguinte. Isso transmite a idéia de “continuidade” e, deste modo, as crianças ficam estimuladas a voltar para a sala de aula.

3) pedir para os alunos trazerem um jogo ou uma foto daquilo que fizeram nas férias, assim, sentirão vontade de contar as novidades para os colegas.

4) preferir alimentos que tenham mais aceitação entre eles. “Como, por exemplo, um pãozinho francês com queijo, que costuma agradar a todos os paladares”, diz a nutricionista Gabriele Berton Cunha Bueno.

5) “voltar à dinâmica das aulas aos poucos, para dar a sensação de segurança à criança”, explica Paula Bacchi, psicopedagoga e orientadora do Infantil e Jardim do Colégio Santa Maria.

E se a criança fizer “birra”?

Bom, se no final das contas você perceber que seu filho está fazendo manha, seja firme, carinhoso, mas não dê muita atenção. Somente em casos extremos, permita no máximo que ele falte ao primeiro dia de aula. “O importante é explicar para a criança que é natural sentir preguiça - porém, sem deixar de motivá-la - e expor os ganhos que ela teria se estivesse com os colegas nos primeiros dias de aula”, finaliza a psicóloga clínica, Carmen Alcântara.

Pais preparados!

No site do Ministério da Educação há uma cartilha informativa - que atualmente vem sendo distribuída a famílias de todo o país - com explicações de como ajudar os filhos no processo educativo. A cartilha foi ilustrada pelo cartunista Ziraldo, e convoca as famílias a se envolver na educação das crianças, acompanhando a freqüência e o desempenho na escola, participando de conselhos escolares, entre outras ações.

Link para a cartilha informativa:
http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/cartilhafamilia.pdf
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Fonte:
- Site do MEC:
http://portal.mec.gov.br


- Artigo retirado da revista Crescer!

Objecto de Transição - Não importa se é uma fralda ou um ursinho: a função dele é confortar a criança durante os momentos de insegurança


Os especialistas referem-se à mantinha de segurança como um “objecto de transição”. Por volta do oitavo mês, por vezes até um pouco antes, o sentido de independência da criança começa a desenvolver-se e ela compreenderá que os pais não estão sempre presentes. Pode ser neste momento que os bebés encontrem uma mantinha de segurança, um meio de defesa contra a ansiedade e que ajuda na transição entre uma dependência dos pais e a independência.
Os ursinhos de peluche ou os lenços borrifados com o perfume da mamã são objectos familiares espalhados pela casa que os bebés gostam de levar com eles – e é ainda melhor se tiver o seu próprio cheiro. O objecto escolhido ajuda a consolar a criança em situações emotivas: ausência dos pais, começar a frequentar a creche, visitar o médico ou quando estão doentes.
Infelizmente, as crianças nem sempre escolhem o ursinho mais limpo e mais bonito da colecção. É frequente preferirem um trapo, quando não se trata da própria almofada ou coberta! Eles vão dobrá-lo e mastigá-lo, mas não importa: com a mantinha nos braços, a criança irá sentir-se mais forte e os desafios diários a enfrentar mais fáceis.

Chamado de transicional, ele representa um conforto para a criança, que se apega principalmente durante momentos de angústia, medo ou tristeza, como na ausência dos pais. Essa relação de apego é manifestada desde cedo. "No primeiro ano de vida, a criança se liga a esses objetos como forma de conseguir suportar a ausência materna. É como se aquele paninho ou bichinho representasse uma parte da mãe que fica com a criança quando ela está longe", explica a psicóloga Ana Carolina Takenaka Medeiros, supervisora da Brinquedoteca do Hospital Israelita Albert Einstein. "No geral, este brinquedo está associado à rotina de dormir e elas não gostam que eles sejam substituídos e nem mesmo lavados", afirma Ana Carolina. A criança pode escolher o objeto por conta própria, mas no geral, essa ligação é estimulada pelo pai ou pela mãe. "É comum os pais deixarem um ursinho ou uma fralda com o filho antes de eles saírem para o trabalho, por exemplo", explica Rita Calegari, psicóloga do hospital São Camilo. Mais tarde, a criança carregará esse brinquedo (ou outro que tenha escolhido) para onde for. "É com o ursinho que ela conversa, desabafa e exercita o imaginário. É uma relação de amor incondicional e bastante saudável, pois ajuda a criança a sair de uma fase para outra de maneira segura e confortável", diz Rita. Não há uma idade certa para que a criança se desligue do objeto de transição. Para algumas, isso acontece por volta dos 3 anos de idade; para outras, mais tarde, por volta dos 5 anos. "É preciso observar se a criança não está deixando de participar de atividades coletivas para brincar sozinha com esse brinquedo, se só realiza as atividades agarrada a ele ou se não quer deixá-lo com uma idade mais avançada. Nestes casos, o objeto de transição perde sua função inicial", explica a psicóloga. E se o seu filho nunca se apegou a nenhum objeto? Saiba que esse não é um motivo de preocupação. "Pode ser que a criança descubra outras maneiras de se acalmar e se acalentar, como por exemplo, acariciar seu cabelo ou brincar com os dedinhos das mãos", explica Ana Carolina.
Artigo retirado da revista Crescer!

Coragem...


Vivemos os primeiros dias de mais um ano lectivo...há tanta coisa que nos preocupa: a mudança de sala, a decoração e arrumação dos "cantinhos", a papelada toda...projectos, planificações, recadinhos...sei lá!
É a azáfama total...e no meio de tudo as CRIANÇAS!
Algumas já cá andavam...mas outras vêm pela primeira vez...OLHAM-NOS...QUEREM SENTIR-NOS...CONHECER-NOS!
E com a sua simplicidade magnifica, surpreendem-nos quando ficam na escolinha sem chorar, sem birras, brincando com os novos amigos como se os conhecessem à anos!
É preciso CORAGEM e elas têm bem mais do que nós!

Nova Aquisição


A minha nova aquisição destas férias foram estes dois livros que devorei...
Aconselho a todas...Comprei na Fnac, o mais pequeno foi 7€ e o outro 11€...São muito bons e práticos!
JOKAS DA Bé

a PARTILHA da Leni...

www.bigoo.wswww.bigoo.wswww.bigoo.wswww.bigoo.ws


Glittery texts by bigoo.ws

A nossa colega Leni pôs à disposição o seu cantinho no PICASA onde partilha algum material educativo.

OBRIGADA PELA TUA PARTILHA!!!!

***JOKAS DA Bé ***

Contos no Pré-Escolar


Contar histórias para crianças é sustentar o imaginário, é ter a curiosidade respondida em relação a muitas perguntas, é encontrar ideias para solucionar questões, é uma possibilidade de descobrir o mundo intenso de conflitos, dos impasses, das soluções que todos vivemos e atravessamos através dos problemas que vão sendo enfrentados (ou não), resolvidos (ou não), pelos personagens de cada história. Fazer de conta é uma fonte de cura muito rica para crianças da pré-escola. Você pode ver crianças aliviando seus próprios sentimentos quando as observa brincando.
É ouvindo histórias que se pode sentir emoções importantes, como a tristeza, a raiva, a irritação, o bem estar, o medo, a alegria, a insegurança, vivendo profundamente tudo o que as narrativas provocam em quem as ouve, com toda a amplitude, significância e verdade que cada uma delas fez (ou não) brotar.
É através de uma história que se podem descobrir outros lugares, outros tempos, outras maneiras de ser e de agir... É ficar sabendo História, Geografia, Filosofia, Política, sem precisar saber o nome disso tudo.
O significado mais íntimo e profundo do conto será diferente para cada criança e também desigual para cada uma em diferentes momentos da vida. Mas é através de várias histórias que a criança passa a compreender o mundo dos contos, e a mensagem básica transmitida a ela é: que na vida é inevitável a luta contra dificuldades, é algo que faz parte da existência humana, porém se a pessoa não se intimida e enfrenta com firmeza os obstáculos e as injustiças, conseguirá dominá-los e sairá vitoriosa.
A criança deve ser estimulada desde pequena pelo gosto da leitura, pois é até os sete anos de idade que ela forma este gosto pela leitura. Não importa que a criança não saiba ainda fazer a leitura de um livro, pois o professor deve ler e assim, dar esta referência de leitura para ela. É preciso tornar as crianças familiarizadas com os livros, orientando-as quanto ao manuseio e à sua conservação.
Pais e professores que lêem livros para as crianças estão contribuindo para terem futuros leitores, com um caminho infinito de descobertas e de compreensão do mundo. Existem muitas colecções e livros avulsos apropriados para crianças em idade Pré-Escolar, assim como histórias Bíblicas e livros de poesias, que ao ler para uma criança este tipo de literatura, além do prazer que esta leitura em si proporciona, os adultos estarão contribuindo para educar-lhe o ouvido e a sensibilidade.
Ver e ouvir histórias não é apenas um lazer, um passatempo; é, também, um recurso valioso e agradável para a predisposição à aprendizagem e para sua complementação.


*Objectivos dos Contos no desenvolvimento infantil:

· Despertar na criança a curiosidade sobre os assuntos das histórias;
· Introduzir termos novos, ampliando o vocabulário da criança;
· Ampliar horizontes, contando histórias onde fatos curiosos e desconhecidos possam vir a acrescentar ao aluno;
· Adequar as histórias à realidade dos alunos;
· Conquistar e trabalhar a atenção do aluno;
· Desenvolver habilidade de expressar ideias com desembaraço e originalidade, desinibindo assim as crianças;
· Atingir significados simbólicos e, acima de tudo, interpessoais;
· Envolver emocionalmente a criança na história;
· Auxiliar no seu ajustamento sócio-emocional;
· Deixar que cada criança interprete a história da sua maneira e tire suas próprias conclusões, sem dar explicações;
· Possibilitar a busca de soluções para suas dificuldades e problemas interiores;
· Mostrar à criança, através das personagens, os dois lados existentes: o bem e o mal;
· Reflectir, associar e identificar-se com personagens;
· Saber contar também a outras pessoas a história escutada;
· Proporcionar à criança uma viagem ao mundo das histórias, alimentando sua imaginação e satisfazendo seus desejos e fantasias;
· Aliviar suas ansiedades e medos;
· Formar na criança o prazer em escutar muitas histórias;
· Estimular seu gosto pela leitura desde cedo, e assim tornar-se um futuro leitor.


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(partilhado pela minha Amiga Tê...Obrigada linda!)
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